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a verdade que não está em nós

21 de março de 2009

Nascemos impulsionados a correr dos ponteiros que estão entre o sucesso e o tempo de tê-lo. Corremos em direção ao amor, coisa que ponteiro nenhum aprendeu a marcar. Procuramos viver para ter o direito de nos libertar, de tirarmos as máscaras e deixar que os odiados inimigos nos odeiem ainda mais. Planejamos momentos antes de dormir, só para tirar o tédio,um mau necessário para quando houver a ausência dele.

Arrancamos flores dos quintais, tiramos suas pétalas para que elas, desesperadamente, nos presenteiem com um gostinho de ter a honra de lembrar do amor, e depois devolvemos essas flores ao chão, tão mortas como qualquer pessoa que tenha morrido agora, e são tão verdade quanto o vento e o céu, e acusam a mentira que transpiramos, deixando claro que a verdade sorri nelas, e não em nós.

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