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intensity

9 de abril de 2009

“How can one man be so endlessly disappointing?”
“That’s my charm.”

Não consigo entendê-los, talvez não seja da minha natureza.

Afinal, eu sou uma pessoa intensa na minha concepção de intensidade. Querer demais, gostar demais, amar demais, odiar demais, sempre. Não sou das que mergulham loucamente no sentimento e passam a viver inclinadas sobre ele,  à là  Cazuza, sou do tipo que apenas sente. Daquelas que exacerbam-se do sentir e deixam o viver um pouco de lado, talvez porque o viver seja deveras complicado.

Logo, não os entendo. Não compreendo como rejeitar um sentimento tão escancaradamente recíproco, como preferir não sentí-lo ou reprimir-se por fazê-lo! Parece-me tão claro que qualquer tipo de gosto, ódio ou amor, que seja, é válido e deve ser valorizado… se não despido e explorado ao desgaste, apenas aceito, seja ele amargurado ou fruto de constante alegria.

Mas, apesar de não me conformar com toda essa repressão, satisfaço-me com a maneira que eles, incoscientemente, demonstram o que não querem sentir. É instintivo. Biológico. Naturalista.

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