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meu funeral

28 de maio de 2009

Uma criança veste o sol,
e joga meu jogo.
Nós bebemos o cálice da Lua,
e esperamos a paz.
Me conte as regras,
e mostre meu caminho.

Anjos depenados caem do sol,
mas caem aqui…
em minha casa.
Quem ama aqui,
permanece sozinho.

Caminhe para meu doce inferno,
e sinta a ironia da neve congelar sua alma.
Eis aqui um novo Abandonado!
Abandonado pela solidão!
Neste velho retrado surrado,
ainda chora uma criança calada.

Que se inicie a música dos trovadores,
e agrade vossa majestade.
Me devolvam o amor!
E que se inicie meu funeral.

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