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é. término.

22 de julho de 2009

Quando eu penso que tô melhor, alguma coisa me puxa pelas pernas e sussurra no meu ouvido como tudo aquilo foi bom. Sussurra todos os “eu te amo” que ele já me disse. Sussurra como a minha mão parecia formigar quando ele a segurava. Sussurra como eu me sentia ao sentir o cheiro daquele cabelo sob meu nariz, as braços ao redor da minha cintura. Sussurra como aquela boca é bem desenhada, e os sempre pensativos olhos esverdeados são doces. Os mais doces.

Ah e aqueles olhos, acho que nunca vou me esquecer como eles pareciam tristes, fitando os meus – enormes e molhados – lá debaixo, enquanto eu fugia. Não queria que você me visse chorar mais. E pouco antes disso, tinha seu ombro, que sempre esteve ali para minhas lágrimas, suas mãos que puxaram minha nuca e assim nos beijamos uma última vez. Só aquela última vez. Beijos e choro não deviam combinar, não deviam…

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One Comment leave one →
  1. karenarnold permalink*
    23 de julho de 2009 12:23 PM

    amor, eu sei que não adianta falar isso agora e que nem é a coisa certa a se dizer mas… sei lá. até esqueci agora o que ia dizer. o caso é que nós te amamos – todas nós. e não podemos curar feridas mas podemos sempre oferecer o ombro. e um bom abraço. e consolo. argh. que bosta de comentário. te amo!

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