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dívida

22 de agosto de 2009

Não mate um pensamento por mim,
eu sou sozinha, esqueça a sua culpa.
E esses seus sorrisos me deram força,
coisa que qualquer um poderia dar.

E quando a água cruzar o vento,
talvez você se lembre de mim.
Essa tempestade que ilumina o que já está claro
Na verdade, não serve para nada.

Você não teve escolha,
mas vamos fingir que sim?
Preciso de um motivo para te deixar
E pensar que a culpa é sua.

Esses assuntos de destino são coisas minhas,
coisas que eu decido.
Você tem me chamado muito,
Dói tanto saber que eu vou te deixar?

Agora sonhe com o meu retrato,
faça isso quando escurecer
Ninguém pode saber
ninguém pode imaginar que sou real.

Me imagine como ninguém nunca ousou
Me descreva com todos os defeitos
Esqueça todo o sentimento
E pague a dívida com o diabo depois.

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