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dia de hoje

30 de agosto de 2009

O amanhã morre,
não morre tanto quanto o agora
que condena a vida do tempo
e faz se encher de sentimento.

O vento passou sem motivo,
é sem motivo porque é triste
se fosse feliz…
não me incomodaria tanto.

O sol morre escuro,
mas não morre por ser fraco,
não morre porque desistiu.
Morre porque eu quero.

O tédio do dia de amanhã
é o tédio do dia de hoje,
É sentido que se confunde,
é claridade sem função.

Vive o dia e morre na noite,
cansaço maldito, o meu amor…
Não é por nada não,
mas cansei de viver o dia de hoje.

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One Comment leave one →
  1. karenarnold permalink*
    31 de agosto de 2009 7:52 PM

    “Morre porque eu quero.”
    eu adorei esse poema. não tenho comentários construtivos. só gostei.

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