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o alguém e o oceano

1 de setembro de 2009

Se fui extinta por dois segundos
o relógio bate a cada ano.
Me encontraram nesse mundo.
Alguém.

O amor mente nos meus braços
uma mentira que me ergue um sorriso.
E se o amor não existir,
serei feliz mentindo todos os dias.

O charme doce no rosto amargo,
do anjo no diabo arrependido.
Dos sete palmos ainda vivos,
gritando por um romance qualquer.

Um dia sem a lágrima para chorar,
foi um dia para o amor se viver.
Dia para um sorriso retornar,
e no final o medo clássico de acabar.

Nas melodias de um árduo oceano,
águas frias e sempre calmas.
Oceano quente e descoberto,
não perde a alma e nunca o mistério.

E o alguém foi o riso de hoje,
a paz que escorreu naquele oceano inexistente.
Não seria surpresa então,
dizer que eu andei roubando o paraíso.

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