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o estranho

26 de dezembro de 2009

Desconheço seu nome
Me lembro da respiração
Você não está aqui
O único que não é estranho.

Coração frágil
No olhar errado não aguenta…
Morre.

Que me olhe um pouco mais
Preciso me sentir observada
Sou ausente no presente deles
Irão me olhar por toda a vida
Não saberão que não é lá que eu estou.

Desista do olhar triste
Sorria um pouco

Indo embora…
Tentando fazer rir
O arco-íris caindo do céu
Vergonhoso.

O mais doce de todos
Talvez o mais sozinho
Invisível
Mas o único que não é estranho.

Sendo que tudo o que eu preciso
É encontrar um jeito de olhar para você
Parar de pensar nos olhos fechados
Parar de sentir
E assim não seguir machucada.

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