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cursinho

28 de maio de 2010

Cheguei e sentei na cadeira
Desacredito todos os dias
Essa rotina deprimente
De escravos de qualquer coisa
Alguma que não existe.

As cabeças bitoladas
Limitanto o limitado
Pensam que é cultura
Saber o decorado.

Uns olhos inocentes
Pobres de sagacidade
Sem ironias bem feitas
Eles não entendem.

Acordo e abro as janelas
Imploro para o dia presente
Que me dê mais emoção
Dia árido de graça.

O meu antigo amor
Era doce e era lindo
Sei que não será o único
Mas aqui não encontro nada
Tudo é muito bobinho.

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