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bannwart

6 de julho de 2010

Vide ao encontro de céus de flores azuis dourados
Tateando por uma sinfonia única e qualquer
De dois virgens anjos por solidão apaixonados
Gritou pelo rosto de um único traço vivo despedaçado.

Soando como tombo de criança nascida no outono
Desencadeando livres pensamentos de uma fruta não madura
Machucando a boca de santos de paladar suave
Eternamente dançando como formiga em dia de chuva.

Se tocando os desesperados filhos de injusta mãe
Degustando o que lhe serviria um pedaço de alma
Cantando como fada em angústia sã
Sem resolver os problemas se indaga feliz e triste.

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